
"Async desenvolvimento apresenta, nesta página, um pouco dos recursos que são utilizados no website, para que as pessoas tenham acesso e informações sobre o que acontece por detrás dos visuais diversos das páginas de internet.
É importante socializar essas informações para que cada um se envolva afetivamente à aquilo que vê na internet. E conhecer um pouco das tecnologias utilizado nos sites, movimenta o conhecimento e fortalece o saber.
Async entende que html, CSS e JavaScript deveria ser currículo escolar desde o primário para que o quanto antes todos aglutinassem conhecimentos e que no futuro explodiriam em revoluções do conhecimento digital".
Donizeti Marcolino
Sobre as tecnologias de construção de sites
HTML5
HTML (Linguagem de Marcação de HiperTexto) é responsável da construção mais básica da website. Define a a estrutura do conteúdo da web.O HTML foi criado em 1990 por Tim Berners-Lee. Inicialmente para ser possível o acesso e a troca de informações de pesquisas, entre cientistas das universidades.
Muitos até confunde, mas não se trata de uma linguagem de programação. Ele é uma linguagem de marcação de hipertexto através de uma enorme quantidade de comandos chamada de "tags". Portanto a principal característica do HTML é ser uma linguagem de hipertexto, ou seja, as páginas podem ser ligadas uma a outra. Quando você lê sobre algo, lá contendo links com mais informações que aprofundam o tema, ou simplesmente, uma sequencia de páginas.
O HTML passou por várias versões desde que foi criado, onde a versão 4.01 foi a que mais durou. Em 2004 começou a mudança para o HTML 5 (versão atual da linguagem) quando grandes empresas do ramo se uniram, Mozilla, Apple, Opera, e criaram a WHATWG (Web Hypertext Application Technology Working Group) uma organização que tinha o objetivo de desenvolver uma nova versão do HTML com novas funcionalidades e descontinuando outras, fazendo com que fosse mais adaptado as nossas atuais necessidades.O HTML 5 funciona com o conceito de Retro-Compatibilidade, ou seja, os sites que utilizam outras versões do HTML podem ser interpretados, o que significa que não há a necessidade de refazer todo o código do site para que ele funcione. Mas o HTML 5 além de devolver de vez a sua função de marcação trouxe bastante novidades avançadas baseando-se não só na marcação como também na parte semântica da codificação. A sua aplicação na web é o que chamamos de front-end.


CSS3
O Cascading Style Sheets (CSS) foi proposto pela primeira vez em Outubro de 1994, por Hakon Lie, que queria facilitar a criação de sites, que na época os desenvolvedores tinham que utilizar mais códigos para chegar a um resultado simples.O CSS é a segunda camada envolvida no html para a aplicação que chamamos de front-end. Em 1995 o CSS1 foi desenvolvido pela W3C, um grupo de empresas do ramo da informática. A linguagem de estilos ganhou muito destaque entre 1997 e 1999, neste período ficou conhecido por grande parte dos programadores.
O CSS é uma linguagem que determina o visual da Webpage. Estes códigos permitem fazer as aplicações tomarem a aparência vista nos navegadores.
CSS3 é a mais nova versão da Cascading Style Sheets (ou simplesmente CSS3), pela qual se define estilos para um projeto web. Com efeitos de transição, transparência e opacidade, animações e transformações, imagem de fundo/background e outros, pode-se criar estilos únicos para seus projetos web, alterando diversos aspectos de design no layout da página.
JavaScript
JavaScript foi criado por Brendan Eich da Netscape. É uma linguagem de programação interpretada e estruturada, de alto nível com tipagem dinâmica fraca e multiparadigma (protótipos, orientado a objeto, imperativo e, funcional). Juntamente com HTML e CSS, é uma das três principais tecnologias da World Wide Web. JavaScript permite páginas da Web interativas e, portanto, é uma parte essencial dos aplicativos da web. A grande maioria dos sites usam, e todos os principais navegadores têm um mecanismo JavaScript dedicado para executá-lo.
O JavaScript foi criado com o nome de Mocha, depois seu nome passou para LiveScript e, por fim, JavaScript. LiveScript foi o nome oficial da linguagem quando ela foi lançada pela primeira vez na versão beta do navegador Netscape 2.0, em setembro de 1995, mas teve seu nome alterado em um anúncio conjunto com a Sun Microsystems, em dezembro do mesmo ano, quando foi implementado no navegador Netscape, versão 2.A versão atual do JavaScript é o 5.1 e a cada ano é atualizado além do mais a evolução do JavaScript permite hoje o seu uso no back-end e na construção de aplicativos além de outras atividades não mais restrita à web.


Nodejs
O Javascript tem mais de 20 anos,mas o seu uso server-side é bem recente. Ela foi criada em 1995, tornando a linguagem padrão dos navegadores e da Web no desenvolvimento client-side. Houveram muitas tentativas de usar sua execução no server-side. Mas fracassaram, devido à performance ser extremamente baixa em comparação com as linguagens PHP ou Java. Com a evolução da Web nos últimos anos, o Javascript e seus motores de execução passaram por muitas melhorias, viabilizando a execução em outros mecanismos que não fosse a manipulação de páginas de internet. Nessa nova fase do Javascript, passou a implementar aplicações server-side, e por isso em 2009 foi criado o Node.js.
A característica que diferencia o Node.JS de outras tecnologias, como PHP, Java, C#, é o fato de sua execução ser single-thread. Ou seja, apenas uma thread é responsável por executar o código Javascript da aplicação, enquanto que nas outras a execução é multi-thread. No modelo Node.js, apenas uma thread é responsável por tratar as requisições. Essa thread é chamada de Event Loop, e leva esse nome pois cada requisição é tratada como um evento. O Event Loop fica em execução esperando novos eventos para tratar, e para cada requisição, um novo evento é criado.
O NPM (Node Package Manager) é o gerenciador de pacotes do Node.js e também é o maior repositório de softwares do mundo. Isso faz do Node.js uma plataforma com potencial para ser utilizada em qualquer situação. O pacote mais conhecido se chama Express.js e é um framework completo para desenvolvimento de aplicações Web. Fonte:https://www.opus-software.com.br/node-js
PHP
O PHP, como é conhecido hoje, é o sucessor para um produto chamado PHP/FI. Criado em 1994 por Rasmus Lerdof, a primeira encarnação do PHP foi um simples conjunto de binários Common Gateway Interface (CGI) escrito em linguagem de programação C. Em Junho de 1995, Rasmus liberou o código fonte do PHP para o público, o que permitiu que desenvolvedores o utilizassem da forma como desejassem. Isso permitiu e encorajou usuários a fornecer correções para bugs no código e, em geral, aperfeiçoá-lo. Em 1997 e 1998, PHP/FI teve o apoio de milhares de usuários ao redor do mundo. Uma pesquisa Netcraft de Maio de 1998 apontou que cerca de 60 mil domínios relataram ter cabeçalhos contendo “PHP”, indicando que o servidor de hospedagem de fato tinha o PHP instalado. Este número pode ser equiparado com aproximadamente 1% de todos os domínios da Internet na época.
O PHP trabalha server-side ou seja roda no servidor. É responsável pela dinâmica do site assim como toda a interabilidade que vai desde a conexão com banco de dados às mais complexas ações que um site possa ter.
Hoje estamos na versão 8 do PHP. Até então a versão que mais perdurou foi a versão 5.6, tanto que ainda roda na maioria dos servidores. A versão da 5 foi para a verão 7 dada as melhorias e os avanços ocorridos na linguagem.


Angular
Angular é uma plataforma e framework para construção da interface de aplicações usando HTML, CSS e, principalmente, JavaScript, criada pelos desenvolvedores da Google. Ele possui alguns elementos básicos que tornam essa construção interessante. Dentre os principais, podemos destacar os componentes, templates, diretivas, roteamento, módulos, serviços, injeção de dependências e ferramentas de infraestrutura que automatizam tarefas, como a de executar os testes unitários de uma aplicação. Angular nos ajuda a criar Single-Page Applications com uma qualidade e produtividade surpeendente! Alguns outros pontos dessa plataforma que merecem destaque são o fato de que ela é open source, possui uma grande comunidade, existem várias empresas utilizando e tem muito material de estudo para quem deseja se aperfeiçoar.
Reactjs
O React é a biblioteca do JavaScript mais usada para construir uma interface de usuário (IU). Ela responde de forma excelente para o usuário adicionar comandos usando um novo método de renderizar sites. Foi desenvolvido pelo Facebook. lançada em 2013 como uma ferramenta JavaScript de código aberto. Atualmente, ela permanece na frente das suas principais competidoras, como a Angular e a Bootstrap.
Ele é usado por grandes companhias e marcas mundo afora. O React atua como uma biblioteca para o JavaScript. Mas ele também pode ser categorizado como um framework. Esse framework não vem sozinho: você vai precisar de elementos adicionais para vários propósitos, como gerenciamentos, apontamentos, etc. O React usa um DOM Virtual para oferecer uma melhor otimização para a sua página. Esse framework é fácil de usar e bem amigável a SEO. Ele tem suporte à reusabilidade de componentes. Ele usa a extensão JSX, que basicamente é uma excelente combinação de HTML com JavaScript. o que deixa a escrita da codificação mais fácil e com tem um desempenho melhor.


VUE
Vue (pronuncia-se viu, como view, em inglês) é um framework progressivo para a construção de interfaces de usuário. Foi projetado desde sua concepção para ser adotável incrementalmente. A biblioteca principal é focada exclusivamente na camada visual (view layer), fácil de integrar com outras bibliotecas ou projetos existentes. Vue da poder a sofisticadas Single-Page Applications quando usado em conjunto com ferramentas modernas e bibliotecas de apoio.
Foi criado por Evan You enquanto ele trabalhava no Google com AngularJS (a primeira versão do Angular) em vários projetos dentro do Google ele decidiu pegar os conceitos do Angular e criar uma versão mais clean. A biblioteca foi lançada em 2014 e é Open Source, mantido pela comunidade; Não segue os interesses comerciais de nenhuma empresa, e tenta sempre atender da melhor forma os problemas diários dos desenvolvedores front-end. Curva de aprendizagem pequena. Você não precisa aprender Typescript, ou JSX. É HTML, CSS e JavaScript. É simples, você pode usá-lo com Typescript, se quiser, plugar outras libs e várias outras possibilidades. Você trabalha da forma como preferir, e sem muito trabalho de configuração pra isso. Pode ser considerado um framework, porque diferente do React ele tem bibliotecas oficiais. Essas bibliotecas – que são três das mais usadas em todas as aplicações Vue.js – são mantidas pelas mesmas pessoas que fazem o core da biblioteca. Então, se em um projeto, você usar essas libs (em projetos complexos é muito provável que use) você estará usando o Framework Vue.js Essas outras bibliotecas são o Vue Router (toda aplicação robusta terá um router), Vuex que pra quem está acostumado com React, é uma lib similar ao Redux e ainda Vue Server Rendered que como o nome já pressupõe é uma lib para fazer Server Side Rendering (se você não entende muito sobre esse assunto, eu resumo pra você que é uma forma de melhorar o SEO nas SPAs, melhorar a performance do carregamento das SPAs e outros).
Wordpress
O WordPress é, basicamente, um CMS (Content Management System), que em português significa Sistema de Gerenciamento de Conteúdo. Em outras palavras, é um sistema usado para administrar sites, blogs, lojas virtuais, portais de notícia, áreas de membros e outros tipos de página.
Um CMS é uma aplicação para a internet que permite que donos de sites, editores e autores gerenciem seus sites e publiquem conteúdo sem precisar de conhecimentos em programação. O WordPress usa PHP e MySQL, linguagens que são suportadas por todos os serviços de hospedagem de site. Mas uma hospedagem WordPress especializada pode dar a você muita vantagem em velocidade, desempenho e confiança. Normalmente, os CMS são usados para blogs, mas um site feito em WordPress pode ser facilmente transformado em uma loja e-commerce. Eles também podem ser usados para portfólios, jornais online ou qualquer outro tipo de temática que você quiser. Uma das melhores coisas no WordPress é que ele vem uma interface intuitiva e bastante amigável ao usuário. E se você já sabe como usar o Word, você nem precisa se preocupar com o WordPress. Você vai poder escrever, criar e publicar conteúdo de uma forma tão fácil quanto faz no editor de textos da Microsoft.
A melhor parte disso tudo é que o WordPress é gratuito e de código aberto. Isso quer dizer que milhões de pessoas no mundo têm à disposição uma plataforma moderna e de alta qualidade. Até mesmo os iniciantes podem ter muitos benefícios.
A jornada do WordPress começou em 2003 quando dois desenvolvedores, Matt Mullenweg e Mike Little, começaram a construir uma nova plataforma para blogs. Ela foi criada a partir de um software chamado bs/cafeblog.

O que é um site responsivo?
Chamamos de responsivo qualquer site que utilize a técnica conhecida como “design responsivo”. Este método consiste em assegurar que um site seja apresentado de forma perfeitamente legível, independentemente do dispositivo em que seja consultado. Como, por exemplo: telas de computador desktop; smartphones, tablets e mais.
Quando um site não é responsivo, você identifica imediatamente. Isso porque terá que ampliar a tela para ler os textos corretamente ou clicar em links em que os elementos ficarão mal posicionados, tornando a navegação desconfortável. A importância de um site responsivo.
Nenhum usuário da internet gosta de ter que ampliar uma página ou apertar os olhos para ver o conteúdo do site em telas pequenas. A criação em design responsivo é essencial para cuidar da experiência do internauta! Graças ao design responsivo, você cuida da experiência do usuário em seu site e evita que seus clientes em potencial saiam tão rapidamente quanto chegaram. Você também passa uma imagem on-line mais profissional e séria da sua empresa, graças à otimização desse modelo.
Caso este argumento não tenha acabado de convencê-lo sobre o design responsivo, também podemos destacar o fato de que um site não responsivo é penalizado pelo Google em seu ranking.
O mais famoso dos motores de busca já não esconde há vários anos: a adaptação à tela de smartphones e tablets é um dos seus principais critérios para decidir se um site merece estar no topo da página de resultados de pesquisa.
Portanto, não importa quanto você tente classificar bem seu site no Google, se ele não for adequado para todas as mídias em que pode ser acessado, nunca será capaz de atingir a primeira página de pesquisa.
Quais são os riscos em não criar um site responsivo?
Classificações mais baixas Seu objetivo é ser o nº 1 em seu setor e resultados de pesquisas on-line, certo? Mas você pode dar adeus a esse sonho se não aproveitar as vantagens do site responsivo!
O Google promove web design responsivo por um bom motivo: normalmente, esse tipo de página tem um desempenho melhor que sua contraparte não responsiva. Além disso, um site responsivo carrega em apenas um segundo ou menos. Isso significa que os usuários podem compartilhá-lo facilmente e até criar um link para ele com apenas uma URL!
Isso é muito importante, pois o Google pode organizar, rastrear e indexar conteúdo de forma mais eficiente e fácil de uma única URL, em vez de várias. Quanto mais fácil você criar para o Google, mais fácil será chegar ao topo! Maior taxa de rejeição
Quer outro motivo para ter um site responsivo? Você vai diminuir sua taxa de rejeição. Ela é a porcentagem de usuários on-line que visitam um site e saem após olhar para apenas uma página. Os mecanismos de pesquisa desaprovam as altas taxas de rejeição, que podem ser resultados de um design não responsivo. Então, como você diminui isso?
É preciso oferecer o conteúdo do seu site em um pacote fácil de gerenciar e visualizar. Isso manterá os visitantes em suas páginas web, que é exatamente o que você deseja para obter sucesso!
Mais trabalho
Outra desvantagem de não usar serviços de web design responsivo é que você apenas acumulará mais trabalho de manutenção! Sem um design responsivo, sua única opção é criar um site para um desktop e, depois, um separado para visualização no celular. Isso porque a versão para desktop seria muito inconveniente e pequena para visualizar em um smartphone. Se você seguir por esse caminho, aumentará o tempo e o custo envolvido na manutenção, porque terá que atualizar cada site de forma individual regularmente. Com design responsivo, você pode fazer uma atualização em seu site uma vez e ver todas as versões serem atualizadas!
Diferenças entre um site responsivo e uma versão mobile
Existem duas abordagens básicas para criar um design compatível com dispositivos móveis. Uma delas é o site responsivo, a outra é criar uma versão web mobile do site. Criar um design responsivo significa que você precisará construir e manter um único site para todos os dispositivos, incluindo desktops, tablets ou celulares. Nesse caso, o design vai se encontrar ou ajustar de acordo com o tamanho da tela. Não só: o design responsivo do site não significa apenas redimensionar os blocos, mas também movê-los horizontal e verticalmente. A segunda abordagem é criar um site mobile especificamente. Isso significa que os usuários de desktop visitarão um domínio específico.
Ambas as opções têm suas próprias vantagens e desvantagens, mas o Google recomenda o uso do site responsivo!
Como criar um site responsivo?
Precisa de um site responsivo, exibido perfeitamente em todas as mídias? Aqui estão algumas dicas para criá-lo. Crie ou use modelos de site projetados para celular Qualquer bom projeto de site começa com a fase de layout! Este é o momento em que o web designer está ocupado criando visuais (os modelos) que representam uma imagem de como o site será. A partir desta etapa, recomendamos pensar primeiro em um formato mobile para seu site.
Na verdade, navegar em um smartphone (ou tablet) e uma tela de desktop são duas experiências muito diferentes: seu site deve se adaptar a ambos. Certifique-se de obter um site perfeitamente responsivo! Ao criá-lo, certifique-se de que o software de criação de sites (CMS) utilizado respeita as boas práticas de design responsivo. Se você usa WordPress, por exemplo, tenha cuidado porque nem todos os modelos de layout se adaptam necessariamente a formatos diferentes.
Pense na experiência dos visitantes do site no celular Ao projetar seu site, você precisa pensar na navegação entre suas diferentes páginas para usuários de smartphones. Isso deve ser tão simples e intuitivo quanto em um computador! Sendo a tela muito menor no celular, todos os elementos que permitem que você passe de uma página para outra devem se adaptar. Menu de navegação: no formato de computador, geralmente, temos um menu horizontal; no formato mobile e tablet, é indicado um “menu hambúrguer”. Geralmente, são três linhas horizontais que, quando clicadas, abrem um menu suspenso, tornando mais fácil mover de uma página para outra. Este arranjo de itens de menu é perfeitamente adequado ao celular e à posição dos dedos do visitante em um smartphone.
Fonte:www.hostgator.com.br/

O que é SEO e para que serve?

"SEO é como um farol que ilumina no mar da rede de internet. Sem o SEO ficaríamos escondidos para os interessados ao nosso conteúdo"
Donizeti Marcolino
O que é SEO?
SEO (Search Engine Optimization) ou simplesmente otimização para mecanismos de busca é o conjunto de estratégias que você usa para aumentar o número de visitas em seu site através dos mecanismos de buscas como Google, Bing, Yahoo, entre outros.
Otimizar um site é um desafio que requer descobrir como os mecanismos de busca identificam as páginas relevantes para uma determinada busca, e realizar algumas ações com base nessas descobertas.
O objetivo dessas ações é trazer tráfego orgânico para seu site ou blog, assim como ficar entre os primeiros lugares no ranking do Google na pesquisa de uma determinada palavra-chave, aumenta a credibilidade do seu site entre os usuários e com o Google também.
Simplificando: SEO refere-se às estratégias de ação para que o seu site apareça nas primeiras colocações dos resultados de busca.
Porque SEO é importante?
SEO se trata das pesquisas orgânicas, ou seja, aquelas que não são pagas e se encontram depois dos anúncios.
SEO é importante porque pode ser a origem de uma fonte significativa de tráfego gratuito para seu negócio, site ou blog.
É uma oportunidade de divulgar sua empresa e marca para um público de alta qualidade que está ativamente à procura dos produtos e serviços por você oferecidos.
Esses potenciais clientes são altamente qualificados. E, o melhor de tudo, é que vão encontrar seu negócio de graça!
Estima-se que o volume de clicks para pesquisa orgânica são de 70%, segundo alguns dados do site Advanced WEB RANKING para o mercado Americano, mas podemos replicar esse cenário para o Brasil.
Em outras palavras, isso quer dizer que se 1.000 pessoas estão pesquisando por tênis de corrida masculino, 700 podem acessar os links das pesquisas orgânicas, isto é, são 700 possíveis clientes para o seu negócio estando nos primeiros 10 links orgânicos na pesquisa do Google.
Como funcionam os mecanismos de busca?
Crawlers, como o Googlebot, são robôs de rastreamento da web. Eles rastreiam todos os sites e blogs na internet e neste processo, novas páginas são descobertas e incluídas no índice do Google. Após esse mapeamento, toda informação fica armazenada em uma grande base de dados.
Quando alguém faz uma pesquisa no Google, o mecanismo de busca lê e compara os elementos textuais com todas as informações já existentes no banco de dados. E é essa a importância do SEO, pois os buscadores filtram os dados e apresentam ao usuário em uma ordem de relevância.
Cada buscador possui seus critérios. O Google, por exemplo, considera o tempo de existência do site e outros 400 fatores. do próprio Google.
Segue alguns quesitos que são básicos para ser implementado:
Usar a palavra-chave no conteúdo, título e subtítulo;
Velocidade de carregamento da página;
Frequência de atualizações no site;
Links externos e internos;
Qualidade do conteúdo;
Uso de imagens, vídeos ou qualquer outra forma de conteúdo. Além disso, o Google costuma realizar diversas atualizações no algoritmo de ranqueamento que você pode acessar nesse link acima.
O SEO que pode ser feito por você mesmo
Como empreendedor ou pessoa que está montando um negócio como fonte de renda, você já está acostumado a desempenhar vários papéis para fazer deslanchar diversos aspectos de seu negócio. É possível também fazer um progresso significativo começando seu próprio programa de SEO.
Aqui estão 5 dicas simples sobre SEO para que possa começar:
1. Utilize as ferramentas adequadas para webmaster
Cada mecanismo de busca tem um conjunto de ferramentas gratuitas que os empresários podem usar para dar visibilidade à sua empresa nos resultados das pesquisas.
Comece a utilizar as ferramentas para webmaster do Google visando obter dicas sobre como seu site está aparecendo nos resultados de pesquisa do Google (agora você pode adicionar webmaster à sua lista de responsabilidades – parabéns!).
Você receberá informações sobre quantas vezes o Google está rastreando seu site, quantas páginas estão catalogadas e outras notificações úteis, tais como links quebrados ou conteúdo duplicado.
Atenção: para uma compreensão ainda mais profunda do desempenho de seu SEO você pode vincular sua conta do Google Webmaster com sua conta do Google Analytics.
2. Torne seu negócio fácil de ser encontrado
Pense como se fosse um de seus clientes e pergunte-se que frases você iria utilizar para procurar os produtos ou serviços oferecidos por sua empresa. A maioria das pessoas digita duas ou três palavras simples ou uma frase curta na caixa de pesquisa.
Essas frases genéricas são as mais populares e, como resultados, irão gerar o maior volume de pesquisa. Algo como “vôos baratos”, por exemplo, para uma companhia aérea ou agência de viagens.
No entanto, as frases mais populares também são as mais competitivas. Por isso, será muito difícil conseguir aparecer na primeira página da pesquisa apenas com elas.
É preciso encontrar o equilíbrio entre o genérico e o específico, que pode ser menos competitivo, mas ainda apresentar um forte volume de pesquisa, como “voos baratos para Miami” ou “voos de Boston para Miami”.
Quando for escolher 10 palavras-chave para retratar o foco de seu negócio, tente conseguir o balanço perfeito entre os termos extremamente populares com os mais específicos.
Esses termos genéricos e específicos se classificam de duas maneiras que você pode se aprofundar melhor estudo pela internet: Head Tail; Longtail.
Lembre-se também de evitar jargões, siglas ou abreviaturas específicas da indústria, palavras usadas no seu dia a dia. Você e sua equipe podem saber o que elas significam, mas o consumidor médio não saberá.
3. Coloque o título otimizado (certo) e a descrição
Agora que as 10 palavras-chave estão definidas, é hora de escolher o que talvez seja o mais importante para uma página de conteúdo SEO: o título e a descrição. Afinal, são eles que irão mostrar o que é seu negócio na página de resultados de um mecanismo de busca.
O título da página, que é referido como title tag no código do website, deve incluir uma palavra-chave importante que você deseja elevar no ranking e que represente o conteúdo da página. A regra de ouro é manter o título da página com um máximo de 65 caracteres
A descrição (meta description no código do website) deve ser uma frase curta que forneça mais detalhes sobre o negócio e informações sobre o que há na página.
Uma descrição bem feita ajuda o cliente potencial a entender exatamente o que irá ver depois de clicar no link.
A questão é gerenciar as expectativas e a experiência do usuário de forma correta. Faça sua descrição com, no máximo, 150 caracteres com a palavra-chave que você quer aparecer no Google.
A maioria das ferramentas de gerenciamento de conteúdo e de criação de sites facilita a atualização dos títulos e da descrição sem que exista a necessidade de editar o código.
Algumas plataformas de conteúdo, tipo WordPress, fazem isso de forma automática. Também existem alguns plugins que podem lhe ajudar no dia a dia, como Yoast SEO.
4. Mantenha seu conteúdo original, atualizado e simples
Independentemente de você gerenciar um site com três páginas ou um com milhares de páginas de conteúdo, os princípios fundamentais de produção de informação para postar online permanecem os mesmos.
Todo o conteúdo importante deve ser original, encontrado apenas em seu site e formatado como um conteúdo completo.
Isso ajuda a estabelecer seu site como autoridade sobre determinado assunto pelos motores de busca (Google) e aumenta a possibilidade de suas páginas terem suas palavras-chaves elevadas no ranking dos mecanismos de busca.
5. Lembre-se que imagens também são conteúdo
É fácil focar exclusivamente no conteúdo escrito de um site e renunciar à otimização do conteúdo visual. Não se esqueça de que as imagens e fotografias originais também são conteúdos valiosos, que podem ser poderosas fontes de tráfego e novos consumidores.
Elas são uma ótima maneira de mostrar visualmente o diferencial de seus produtos e serviços para sua audiência. Para que os motores de busca compreendam o conteúdo das imagens e as cataloguem corretamente, adicione um texto para descrever cada uma das fotos.
Até mesmo as imagens do seu site precisam estar otimizadas para ter impacto positivo no Google.
Busque sempre fazer o upload da imagem com a palavra-chave no título do arquivo e preenchendo a Tag “alt” com o mesmo termo.
Melhor do que isso: certifique-se de facilitar a vida de blogueiros e proprietários de sites no compartilhamento de suas fotos e imagens em seus próprios sites ou através de redes sociais populares como Facebook, Twitter, Instagram e Pinterest.
SEO para dispositivos móveis
O uso de smartphones no Brasil teve um crescimento avassalador. A estimativa da Fundação Getúlio Vargas é de que atualmente no país tenha um celular por pessoa. Segundo dados do IBGE, hoje somos 208 milhões de habitantes e a base instalada de smartphones é a mesma, com previsão de crescimento. Uma reportagem publicada pelo Estadão afirma que até 2019 serão 236 milhões de smartphones. Sendo assim, SEO para mobile deixa de ser complementar e se torna indispensável.
As estratégias de SEO (Search Engine Optimization) já são bastante usadas no desenvolvimento de sites com o propósito de alcançar um bom posicionamento nos mecanismos de busca e atrair mais visitantes. O SEO para mobile segue a mesma lógica do tradicional, porém a navegação do usuário nos smartphones costuma ser bem diferente dos desktops e isso precisa ser considerado.
Os principais desafios da estratégia de SEO para mobile
Um dos grandes desafios para quem trabalha com o desenvolvimento de sites é proporcionar uma boa experiência para os usuários e isso está diretamente ligado ao tempo de carregamento.
Um estudo da Google aponta que 75% dos sites mobile das principais marcas brasileiras levam mais de 20 segundos para carregar. Se for cronometrar o tempo de espera para uma página carregar, você vai perceber que 20 segundos parece uma eternidade.
Se formos analisar dados de navegação, os números confirmam que sites lentos não têm vez.
Segundo o portal Profissional de E-commerce, 64% dos usuários tendem a deixar a página se o carregamento for muito lento.
Além disso, 62% das pessoas que passam por uma experiência negativa no mobile se tornam menos propensas a comprar. Assim, o SEO para mobile pode ser uma alternativa para reverter essa situação, tanto via sitemap, palavras-chave, links, entre outros cuidados.
Por que um site lento é problemático (e como resolver isso) você pode conferir algumas alternativas para aperfeiçoar a estrutura do seu site. Inclusive, com dicas para acelerar a velocidade de sites mobile.
Fonte: www.hostgator.com.br