Porque acontecem as distopias e as doenças no mundo.
Precisa compreender porque acontecem as doenças, a fome e as injustiças...
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Ainda, as pessoas viveriam do ócio, lazer, cultura e artes. Sobretudo com a convivência harmoniosa entre todos. Essa sociedade seria gerenciado pela auto consciência suficientemente desenvolvida eliminando todos os preconceitos e medidas de controle e questões que não mais seriam necessários na nova forma de vida.
A parte do trabalho para a produção insumos e coisas para atender a demanda da nova sociedade se daria com a parceria harmoniosa com a IA (Inteligência Artifical), que enfim estaria cumprindo o propósito para qual foi criada.
Não existe destino, coincidência, bala perdida. Não cai uma folha sequer se não for por determinação e conhecimento da providência ou da lei do amor. Que são responsáveis pela tecedura do jogo das nossas vidas e de toda a existência.
Portanto tudo acontece exatamente como predefinido a partir da determinação do seu espírito. Por mais horripilante que seja o acontecimento é fruto do jogo vital. Tudo que se faz de bom ou de ruim terá responsabilização porque cada um é responsável pelas suas escolhas em curso sobre tudo às ações.
Não existe liberdade de expressão tão propalada pelos seres humanos, mas, o que acontece: o que vamos dizer é aproximadamente aquilo que está previsto na tecedura do jogo da vida. O que existe é o livre arbítrio, propiciando a condição de escolhas, mas nada é inédito, tudo foi predeterminado. O que ocorre é que quando uma condição em curso é relevante ele simulado nas dimensões seguindo cada uma das probabilidade e a que se revela é o processo inerente à sua realidade e ao seu propósito.
A tecedura do jogo da vida é embasada na roda da fortuna, onde um perde e outro ganha e na próxima inverte as posições. Portanto as pessoas não são ricas, elas estão ricas. Por isso o bom uso e adequado ou não das posses que possui na sua existência faz parte do aprendizado e maturação da consciência global.
Somos seres dotados da capacidade de olhar para dentro de nós mesmos e compreender, de forma íntima, quem somos, o que sentimos e o que pensamos. Essa consciência não é apenas um privilégio, mas também uma necessidade e um chamado à responsabilidade.
Cada ato que realizamos, cada palavra que pronunciamos e cada escolha que fazemos carrega consigo consequências, para nós e para aqueles que nos cercam. Não podemos nos esconder atrás do acaso ou da indiferença: somos responsáveis por tudo aquilo que proporcionamos ao mundo.
A verdadeira liberdade não está em agir sem limites, mas em reconhecer que nossas ações moldam realidades. Quando compreendemos intimamente nossos desejos, medos e intenções, passamos a agir com mais clareza e consciência. E é nesse ponto que a responsabilidade se torna não um peso, mas uma expressão de maturidade e de respeito pela vida.
Assim, compreender-se intimamente é também assumir o compromisso de viver de forma íntegra, sabendo que cada gesto é uma semente lançada no solo da existência. Cabe a nós escolher se cultivaremos frutos de harmonia ou de desordem. Sobretudo ter conhecimento da essência de cada um e compreender que você é o propósito principal, porque traz dentro de si a divindade primordial, que fluirá a cada entendimento em linhas gerais de tudo que tratamos nesta leitura e acumular condições suficiente para construir um mundo suficientemente tolerante, inclusivo e igualitário, para justificar a nossa presença e o nosso propósito a cada existência.