A importância de uma sociedade equânime, autoconsciênte e pela libertação do tempo humano
A cada um segundo a sua necessidade e o direito e o respeito à vida disponível a todos.
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Assim, a parceria entre humanidade, inteligência artificial e automações não aponta para um futuro de dominação tecnológica, mas para a possibilidade de uma civilização justa, consciente e humana. Uma civilização em que o tempo volta a pertencer às pessoas, e não aos sistemas; em que viver deixa de ser apenas sobreviver; e em que a equidade não é um ideal abstrato, mas uma prática cotidiana sustentada pela consciência de que somos parte de um mesmo todo.
A sociedade equânime propiciaria o intrelamento da matéria e a fluidez espiritual que em consonância com o modêlo de vida em curso dissiparia os males, as doenças e os elementos de controle e de riscos sociais, porque não teriam mais razão de existir. Consistindo em um processo de vida plena, compreensão e entendimento da essência e o propósito da existencia, em que a própria morte não teria mais necessidade de ser.